quinta-feira, 27 de agosto de 2020

A mulher que ri


Dizem que o bom humor é fruto da inteligência

Bom seria se fosse a única verdade

O espírito cômico habita corações tristes

Quando não se tem alegria

Fabrica-se

Para administrar as frustrações

Para esconder as misérias

Para disfarçar a melancolia

Para bloquear a cólera

Bom humor como antídoto da realidade

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Matemática

 


Mais de quarenta

Uma dúzia de canalhas

Meia, de encontros com a Morte.

Alguns ossos quebrados

Zero “eu te amo” na infância

Incontáveis traumas

A matemática nunca foi gentil comigo

Não gosto de contar

Prefiro soletrar

De sílaba em sílaba

Eu conto meus contos.


Rembrandt e Paulo

 


Essa é a tela "Apóstolo Paulo na prisão" (1627) de Rembrandt.

Vamos prestar atenção em algumas coisas que estão nessa tela. O apóstolo Paulo está parecendo bem idoso, meio careca, com o restante dos cabelos brancos e uma longa barba branca também. Paulo morreu aos 62 anos, seria essa a aparência de um homem de 62 anos naquela época?

Paulo está sentado com olhar fixo no nada, a mão sobre a boca, compenetrado pensando. Em seu colo parece ter um livro e nas mãos um objeto parecido com caneta ou lápis. Paulo não poderia ter um livro como esse da imagem, livros nesse formato começaram em 1455 e o apóstolo foi morto em 67 D.C, diferença de no mínimo 1388 anos. Além do mais o próprio apóstolo declara em 2 Timóteo 4: 13 que escrevia em pergaminhos:

"Quando você vier, traga a capa que deixei na casa de Carpo, em Trôade, e os meus livros, especialmente os pergaminhos."

Também desconfio do objeto em suas mãos, certamente para escrever, no entanto o artista contextualizou a cena conforme sua própria época, tal qual o caso do livro.

Feito essas primeiras observações de cunho histórico vamos para outro tipo de observação.

Vale lembrar que muitas cartas de Paulo foram escritas na prisão. Então esse "livro" no colo pode perfeitamente representar essa realidade.

E quanto ao outro livro bem no canto ao lado da espada?

Espada?! Opa, um prisioneiro com espada na cela? Acho que não faz muito sentido.

Vocês lembram em algum trecho da Bíblia onde esteja escrito que Paulo andava com uma espada? Não me recordo de nenhuma passagem declarando que andasse armado. Ainda que Paulo tivesse de fato uma espada não lhe seria permitido que ficasse com ela. Basta lembrar-se do episódio em

Atos dos Apóstolos 16: 27 “O carcereiro acordou e, vendo abertas as portas da prisão, desembainhou sua espada para se matar, porque pensava que os presos tivessem fugido.”.

Temos algumas passagens no Novo Testamento em que a espada simboliza a Palavra de Deus.

Hebreus 4: 12. "Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração."

 Efésios 6: 17. "Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus."

A espada do Espirito estava continuamente com Paulo, e Rembrandt com seu talento retratou em sua tela.

Paulo na prisão, na companhia da "Espada” escrevendo suas cartas/orientações para as igrejas e discípulos de Cristo, manejando muito bem a Espada/Palavra assim como orienta que Timóteo faça.

2 Timóteo 2: 15. “Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja corretamente a palavra da verdade.”

1 Coríntios 11: 1. "Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo."

1 Tessalonicenses 1: 5-6. “porque o nosso evangelho não chegou a vocês somente em palavra, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção. Vocês sabem como procedemos entre vocês, em seu favor. De fato, vocês se tornaram nossos imitadores e do Senhor; apesar de muito sofrimento, receberam a palavra com alegria que vem do Espírito Santo."

Resumindo o que Paulo faz é passar o bastão, ou melhor, a Espada adiante. Da mesma forma que ele foi direcionado pela Espada do Espírito, ele diz aos outros discípulos/cristãos que sejam direcionados pela Espada/Palavra.


Confiança

 

Confiança é uma das bases de uma relação saudável.

Confiança significa que a pessoa que ouve/sabe de seus segredos mais íntimos, não vai falar para outras pessoas e não vai usar o que o que sabe a seu respeito contra você.

A confiança faz com que você compartilhe coisas da alma, do seu mundo interior com alguém que saberá entrar e demonstrar respeito com suas experiências, sentimentos e pensamentos. Pois sabe que o coração alheio é solo sagrado, que devemos reverência, cuidado, responsabilidade emocional devolvendo assim a confiança dada.

Quem não honra a confiança que alguém lhe entregou não é digno de ser chamado amigo.


Transcendentais

 


Quando estava no ginásio (atual fundamental II) era agnóstica, uma das minhas amigas inseparáveis era religiosa e vez por outra conversávamos sobre fé e religião.

Certa vez ela me questionou o motivo de não acreditar em Deus. Eu respondi discorrendo sobre o problema do mal (guerras, fome e a maldade humana), ela falou sobre a beleza da criação; o céu, o mar etc.

Respondi que essa beleza era nosso prêmio de consolação diante de um mundo mal.

Veja bem, eu não neguei a beleza.

Não há quem possa negar a beleza da criação; seja você de qualquer religião, ateu ou agnóstico, a beleza é algo objetivo, não subjetivo. A verdadeira beleza não está nos olhos de quem vê, mas no objeto que é belo.

Não é possível negar que um pôr do sol alaranjado numa praia seja belo, ou que a visão de uma cachoeira de 10 metros caindo num lago de águas cristalinas também não seja bela.

A beleza real é aquele que agrada a todos, independente de sexo, classe social, cultura ou qualquer outra coisa; como diz Tomás de Aquino.

Mas claro que na época não atribuía ao Senhor a beleza, pois ainda não conhecia a Beleza.

Para quem não crê em Deus é difícil explicar tanta beleza num mundo tão mal.

E foi assim minha primeira reflexão sobre a beleza, extremamente rasa.

Retornei essa reflexão após me converter. Descobri que o autor da beleza era a própria Beleza, como me ensinou Agostinho.

Sempre gostei de arte e me questionava o motivo de algumas causarem "assombro" e outras não. Algumas obras de arte chegava me causar ojeriza. Como arte e beleza são coisas associadas pelo imaginário popular, deduzi que a arte obrigatoriamente deveria ser bela.

Há alguns anos comecei a investigar essa associação, estudar a beleza em sua essência.

Descobri o que já estava em meu interior, aliás, o que todos já sabem por natureza, mas a cultura, a educação etc. ofuscou.

"A beleza é o esplendor da verdade"

O bom, o belo e o verdadeiro são trigêmeos.

Não há beleza na maldade, não há beleza na mentira.

Aprendemos isso desde cedo, quando nossos pais dizem que “mentir é feio", aprendemos que a maldade é feia quando uma menina chama o garoto de "feio" por ter feito algo ruim.

Os contos de fadas confirmam quando colocam os vilões como feios e os "mocinhos" como pessoas belas.

“A Bela e a Fera” tem uma dinâmica interessante. A Fera antes de virar fera, era um príncipe bonito, mas deixa seu coração se corromper e se torna mau/feio, se transforma em fera (isso me lembra da besta fera).

Bela como o próprio nome diz, é bela e bondosa.

A beleza, a verdade e a bondade caminham juntas.

Há muito mais pra se dizer sobre o assunto. Esse texto é apenas uma introdução para quem nunca pensou nessa associação.

O bom, o belo e o verdadeiro.

 


Propósito

 


Trabalhar para pagar as contas.

Sair para não ter que ficar em casa.

Ficar com alguém para não se sentir só.

Tentar engarrafar o vento...

Sem um sonho, um propósito de vida, uma direção definida, você vive dia após dia, levanta, trabalha, se diverte, volta pra casa, dorme e então faz tudo novamente.

Enche as horas vazias de uma existência tola desprezando a dádiva de viver.


Pedras e flores

 


Vivemos no dia a dia com pessoas e, portanto diferentes personalidades, sempre haverá afinidades e "desafinidades".

 Devemos aprender a viver com aqueles que nos criticam e com aqueles que nos elogiam, de forma genuína.

Nosso valor não consiste em críticas, nem em elogios. Aliás, nosso valor não pode mesmo ser medido por isso, senão oscilaria tal qual o humor das pessoas que ora nos colocam lá embaixo, ora nos colocam lá em cima.

Não se deixem enganar pela opinião alheia.

Recebo pedras e também flores, com as pedras eu construo um castelo e com as flores enfeito-o.


Infinito

 

O mundo das aparências é enganoso.

Mais do que ver

É preciso enxergar

Com os olhos do coração, o Invisível.

Ouvir o Inaudível.

Estender as mãos em direção ao Intangível.

Ter olhos para a Luz que jamais se apaga.

Tudo que fazemos sem Amor é tempo perdido;

Tudo que fazemos com Amor é eternidade reencontrada.

Rótulos... Etiquetas...

 


Qual o perigo?

 As pessoas vão aos poucos te etiquetando, se você permite, chega uma hora que tem tantas etiquetas que nem você mesmo sabe mais qual delas tem algum fundo de verdade ou qual é totalmente falsa, um monte de etiquetas se transforma numa máscara.

Certa vez colaram uma máscara em mim, eu permiti.

Permiti porque não tinha forças para arrancá-la, eu estava ocupada demais com a dor de existir e minhas energias estavam sendo sugadas, não havia sobrado forças para desfazer os mal- entendidos, para ficar se explicando e justificando como as situações pediam. Para esclarecer qual etiqueta era sim um pouco de mim e qual não fazia o menor sentido.

O tempo foi passando, a máscara colou. Colou de forma irreversível, essa máscara tinha se tornado minha persona para aqueles que a colocaram, minha identidade era aquilo que as etiquetas declaravam. Não mais eu, não mais minhas ações, mas aquilo que diziam ao meu respeito.

Como se relacionar de forma sincera com pessoas que apenas pensam que sabem quem é você?

Etiquetas são prejudiciais aos relacionamentos.


“NÃO É UMA PESSOA”

 


Na época da escravidão, o argumento era que “preto não tem alma, não é pessoa”.

No holocausto nazista, o argumento para dizimar o povo era o mesmo: “judeu não é gente”.

Hoje, ao olhar para o passado creio que quase todos concordam que os argumentos eram absurdos.

Mas é exatamente isso que fazem as pessoas que justificam o assassinato de um bebê na barriga da mãe.

Toda essa polemica na verdade se resume em uma única coisa: reconhecer a humanidade no outro.

“Não é uma pessoa.”

Até quando vão usar esse argumento estapafúrdio para tirar uma vida?

Espero que em breve reconheçam o bebê como um ser humano, uma pessoa; assim como reconheceram que negro e judeu também são pessoas.

Espero que reconheçam o quanto antes para que o genocídio de bebês inocentes não ultrapasse a soma de negros escravizados e judeus na câmara de gás.

Não importa quantos argumentos a militância use para justificar o injustificável.

Tudo isso é cegueira diante do fato incontestável de que o bebê é uma vida humana.

E um dia (espero) a humanidade sentirá vergonha dessa declaração.

 


terça-feira, 25 de agosto de 2020

Identidade e coletivismo

 


 Às vezes tenho a impressão que vivemos uma espécie de guerra na rede social e me parece uma guerra no estilo juvenil.

Nos tempos de ginásio para muitos, pertencer a um grupo importava mais do que ter uma opinião sensata, a questão da aceitação era muito forte, já que estávamos em formação.  E havia muitos grupos, tribos, que em alguns momentos entravam em guerra (não declarada). Como os "nerds" magrinhos sobreviviam? Juntando-se, pois assim tornavam se menos vulneráveis aos fortões arrogantes. e desse modo  diversos grupos eram formados. Alguns bem óbvios, outros nem tanto.

É assim que as pessoas em ambientes hostis sobrevivem, juntando-se, e depois de um tempo não pensam mais no que estão fazendo, não pensam mais em suas convicções e crenças– porque precisam proteger-se mutuamente, proteger-se dos ataques, e em bando isso fica mais fácil.

Tal como os adolescentes, vejo adultos formando panelinhas, gangues virtuais. Pertencer a um grupo parece fazer parte da nossa natureza, seja qual for a fase da vida. O problema é quando abrimos mão das nossas convicções em nome desse pertencimento. Às vezes de forma muito sutil, tão sutil que nem percebemos somos arrastados para um grupo, um certo de jeito de pensar e agir porque nossos amigos estão lá. Mesmo sem concordar totalmente ou compreender de fato o que tal questão significa, vamos a eventos e participamos de movimentos/comunidades porque nossos amigos estão lá e queremos estar junto com eles. Adotamos causas que não adotaríamos sozinhos, damos credibilidade a informações com base na confiança do amigo que passou tais informações e aceitamos opiniões de supostas autoridades no assunto; "fulano fez curso disso, ele sabe do que está falando" (nem sempre cara pálida).

Até que surge uma boa controvérsia que põe em xeque nossas convicções e claro, também as amizades, afinal a "thurma" aceitaria um vira casaca? Continuariam amigos se disséssemos que não concordamos com eles?

Até que ponto você manteria suas convicções perdendo relacionamentos?

Até que ponto você abdicaria das suas convicções para manter relacionamentos?


Anonimato

 


Quero uma vida simples

Não sei se no campo ou na cidade,

Só o que eu quero é simplicidade

Sem patrimônio

Só o essencial

Uma biblioteca

Alguns filmes

O suficiente

Algum trabalho para me sentir útil.

Os livros para continuar lúcida

Os filmes para descansar

A dignidade, o vício e a terapia.

Todos juntos

Eu e a arte

Sem flashes.


Amada ou admirada?

 


Entre ser admirada e ser amada, prefiro ser amada. A admiração é fugaz, rasa. As pessoas muitas vezes te admiram sem te conhecer direito, sem saber dos seus defeitos e quando descobrem que você é "de barro" a admiração se transforma em condenação.

As pessoas que realmente me amam são aquelas que me amam e continuam a me amar apesar dos meus erros, apesar de mim.

As pessoas que amam são as que ficam. As pessoas que te admiram vão embora quando você escorrega. As que te amam te ajudam a levantar quando caí.

"O amor cobre uma multidão de pecados."


terça-feira, 18 de agosto de 2020

Fada madrinha

 


Quando você conversou com alguém que não queria, só para me ajudar.

Ensinou-me que o amor é sacrificial

Quando você chorou porque eu estava sofrendo.

Ensinou-me a compaixão

Quando me ajudou financeiramente

Ensinou-me a generosidade

Quando você fez uma retrospectiva das minhas vitórias diante do meu desespero

Ensinou o encorajamento

Você me ensinou tanto!

Você deixou a melhor herança que existe: o exemplo.


domingo, 2 de agosto de 2020

Amélia ou Feminista ? CRISTÃ



Nem Amélia, nem feminista. Nem capacho de "macho escroto", nem aquela que descarta e desumaniza o sexo oposto. A mulher cristã não cabe nesses padrões. Há pessoas que acham que só existem esses dois tipos de posturas femininas. A mulher cristã não se amolda aos padrões desse mundo, sua mente é renovada pela Palavra de Deus, nosso guia. A mulher cristã é abastecida pela sabedoria do Alto, é sensata, prudente, não cai em extremos e nem se deixa seduzir por discursos humanistas.

A mulher cristã sabe que homens e mulheres são criados à “imagem e semelhança” de Deus, ambos com igual valor e dignidade. Ambos foram criados para serem parceiros para o propósito do Senhor. O pecado corrompeu ambos, machismo e feminismo não fazem parte do plano de Deus. Todos os dias, vejo o feminismo seduzindo mulheres de todas as idades, fico triste, pois sei que muitos conceitos e práticas dessa ideologia são contrários à Palavra de Deus. Mas sei também que o apelo é grande. Por essa razão quero incentivar vocês conhecer melhor o feminismo e também como o feminismo não combina com o Cristianismo. Há no mercado editorial inúmeros livros pró-feminismo e anti feminismo.

É preciso conhecer os dois lados, leia-os, compare e perceba as discrepâncias. O ideal mesmo seria um estudo consistente da Bíblia, mas pelo que vejo, o estudo da Palavra tem sido raro e raso. Então leia e estude! 

Reveste-se de força e dignidade; sorri diante do futuro.
Fala com sabedoria e ensina com amor.

Provérbios 31:25,26

A mulher e a maternidade




Sei que o assunto é espinhoso, ainda mais em tempos de “meu corpo, minhas regras”; e até mesmo cristãos discordam do propósito maternal das mulheres. Refleti sobre os primeiros capítulos de Gênesis e gostaria de compartilhar com vocês. Vamos começar por Gênesis 2: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar se á à sua mulher, e serão uma só carne.” Gênesis 2:23 24.

“Esta será chamada mulher [ishah], porquanto do homem [ish] foi tomada. Gênesis 2:23”.
Então ele lhe dá um nome: “será chamada varoa", isto é, será chamada mulher, porque no hebraico, homem é "ish", e mulher é "ishah". Varoa ('ishshâ) - varão (ish). Estas duas palavras hebraicas são muito parecidas, até mesmo no som. A única diferença entre elas é que a palavra "mulher" tem um sufixo feminino. Agora em Gênesis 3 Adão vira-se para sua mulher e lhe dá um nome pessoal, Eva, que significa “Ela, quem gera a vida”. Ishah, “mulher” é um nome genérico para o sexo feminino, não é um nome próprio, não é o nome de uma pessoa. “E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.” Gênesis 3:20 (ACF) “Adão deu à sua mulher o nome de Eva, pois ela seria mãe de toda a humanidade.” Gênesis 3:20 (NVI). Etimologia do nome Eva: que veio do grego antigo Εὔα (Év̱a) e este do hebraico חוה (Ḥawwāh). Significa aquela que dá vida. O som do nome Eva é semelhante ao de um termo hebraico que significa 'dar vida'. Esse jogo no hebraico esclarece o significado do texto, que diz, na sequência: “pois ela seria a mãe de toda a humanidade”. Eva (Ḥawwāh). A palavra hebraica relaciona-se com a vida, e o verbo ao qual está ligada fala da vida. Toda a vida originou-se da primeira mulher. Ela foi a mãe de todas as pessoas e, portanto, a mãe de cada clã, cada povo, de cada nação hoje existente.

De acordo com o propósito divino, a vida deve continuar, por meio da mulher. E então Eva e por consequência todas as mulheres tiveram/têm o propósito gerar vida. Deus tem o domínio da Vida e pode criar quantas vidas desejar, mas Ele passou o bastão para as mulheres. Que privilégio ter o dom de gerar vida. A maternidade é o presente de Deus para as mulheres.